Um conflito entre duas adolescentes resultou em ferimentos causados por arma branca em uma unidade escolar de São José dos Campos, durante a tarde de terça-feira (19). O episódio ocorreu na Escola Estadual Dorival Monteiro de Oliveira, situada no bairro Parque Novo Horizonte.
O desentendimento entre as jovens, de 16 e 17 anos, evoluiu para agressão física nas dependências do banheiro feminino da instituição. Durante o confronto, uma das estudantes utilizou um objeto cortante contra a colega.
A vítima sofreu ferimentos superficiais na região do couro cabeludo e tórax, sendo prontamente atendida pelos serviços de emergência. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi mobilizado para prestar socorro imediato à adolescente ferida.
Após receber os primeiros socorros, a estudante foi transportada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Novo Horizonte, onde permaneceu em estado estável e posteriormente recebeu alta médica.
A direção da unidade escolar atuou rapidamente para controlar a situação, acionando não apenas os serviços de emergência, mas também a Ronda Escolar para auxiliar no atendimento da ocorrência.
Medidas adotadas
A adolescente responsável pela agressão foi conduzida à Delegacia de Polícia da Infância e Juventude (DIJU), acompanhada por seus responsáveis legais. As famílias de ambas as estudantes foram imediatamente comunicadas sobre o incidente.
O Conselho Tutelar também foi oficialmente notificado sobre o caso, conforme determina o protocolo para situações envolvendo menores de idade em ambiente escolar.
Apesar da gravidade do ocorrido, as atividades acadêmicas na escola não foram interrompidas, permanecendo o funcionamento normal da instituição.
Contexto regional
Este episódio representa o segundo caso de violência envolvendo objetos cortantes registrado em escolas estaduais do município durante agosto. Na semana anterior, outro estudante havia sido ferido após um confronto nas proximidades da Escola Estadual João Cursino, localizada no bairro São Dimas.
A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo ainda não divulgou posicionamento oficial sobre a sequência de eventos violentos registrados nas unidades escolares da região.









